
Dom Angélico nasce numa família pobre e se destaca no apoio aos movimentos sociais que eclodem no final dos anos 1950. O Bispo dos oprimidos e das passeatas, da luta por mais moradia e melhores condições de vida para os trabalhadores. Ele comandou multidões nas missas por direitos humanos. No jornalismo, informou as comunidades com o "Grita Povo". Perseguido pela ditadura militar, enfrentou a polícia, foi detido e ameaçado várias vezes, mas nunca se calou. Dom Angélico viveu 92 anos, acreditando que é possível unir fé em Deus e política por um mundo melhor.










