Aldir Blanc: Dois pra Lá, Dois pra Cá apresenta quatro décadas de militância de Aldir Blanc na vida cultural do Rio de Janeiro e do país. O filme registra ainda a participação do músico e poeta na imprensa, especialmente no semanário Pasquim, levado pelo amigo Henfil. As relações com a censura no período da ditadura militar e a questão da Anistia, tendo como exemplos as composições "O Mestre Sala dos Mares" e "O Bêbado e a Equilibrista."